(Autora: Kika SIlva)
Não sofra por algo que não poderás mudar
Aceita tua missão
Traça teus passos
Lê teu coração
Forja tua mente
Porque como existe
Para o frio o calor
Para o ódio o amor
Para o não existe o sim
Para vc existe a mim
E eu sempre estarei aqui
Te acompanhando pelo caminho
Pedindo por tua paz
Hoje,
Amanhã e
Até mais.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Criança (Autora: Kika Silva)
Deixo flutuar minha mente
Elevar minha alma
Dou ao meu coração a calma
Que por tempo me faltara
Vejo tua face
Entrelaçada em minhas lembranças
Doce amor de criança
Que se perdeu nas mudanças
E jamais encontrou seu caminho
Por tempos tristes caminhou sozinho
Na contramão
Até esbarrar numa nova paixão
Que embeveceu-me a mente
Iludiu-me o coração
E pude ver de novo
O suicídio da razão
Tão pouco dei significância
Sentindo-me deverás
Revivendo aquela lembrança
Nos seus braços me lancei indubitavelmente
Sem temor e ânsia
Me tornei outra vez
Aquela criança.
Deixo flutuar minha mente
Elevar minha alma
Dou ao meu coração a calma
Que por tempo me faltara
Vejo tua face
Entrelaçada em minhas lembranças
Doce amor de criança
Que se perdeu nas mudanças
E jamais encontrou seu caminho
Por tempos tristes caminhou sozinho
Na contramão
Até esbarrar numa nova paixão
Que embeveceu-me a mente
Iludiu-me o coração
E pude ver de novo
O suicídio da razão
Tão pouco dei significância
Sentindo-me deverás
Revivendo aquela lembrança
Nos seus braços me lancei indubitavelmente
Sem temor e ânsia
Me tornei outra vez
Aquela criança.
Meus pensamentos
Grandes mestres
(Autora: Kika Silva)Mestres na arte da farsa, que outra espécie possui tão impugente arma, muitas vezes apontadas para o próprio peito. Enganamos a quem menos deveríamos. A nós mesmos! Por qual motivo? Viver a ilusão mais doce e complacente. Sentindo-se no mundo que desejaras, sendo protagonista, tema e autor, de uma história sem dor, sem luta, sem gosto? Questionável! Porém, com toda certeza, mais fácil. Manipulável!
Será que este é o caminho para a felicidade? Utilizar nossos corpos como túmulos de nossas almas. Desvalorizando esse mundo que nos circunda. Não exergando mais os estímulos que o mundo nos oferece, fechando os olhos para a vida, sendo como a folha seca que esquece os dias de primavera, tempos quais reluzia no topo. Hoje entristece-se e desvaloriza sua função, que é de ser meio colaborar para que novas folhas, carregadas de sua essência, possam reluzir novamente nos galhos.
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